MENU

Mostrando postagens com marcador Polícia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Polícia. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 28 de setembro de 2011


No primeiro dia de julgamento do médico Conrad Murray, nesta terça-feira, em Los Angeles, o promotor David Walgren mostrou aos jurados, em um telão, uma foto de Michael Jackson em uma maca, já morto no hospital. O julgamento do médico, que o atendia o cantor, começa mais de dois anos após a parada cardíaca que matou o astro pop. Murray é julgado pela acusação de homicídio culposo.

Foto de Michael Jackson morto é exibida no primeiro dia do julgamento do médico acusado de provocar sua morte

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Verônica Verone, de 18 anos, acusada de matar por enforcamento o amante Fábio Gabriel Rodrigues, de 33 anos, num motel de Niterói, na Região Metropolitana do Rio, negou na tarde desta sexta-feira (19) ao juiz Peterson Barroso Simões que tivesse tentado matar o empresário. O crime ocorreu no dia 14 de maio.

Ela, porém, confessou que o atacou com um cinto porque, segundo disse, "ficou cega" quando ele tentou tirar sua roupa e quis agredi-lo. "Agora caiu a ficha, eu não matei Fábio, matei meu pai", disse ela, que alega ter sido violentada na infância pelo pai, já falecido.

A jovem contou em interrogatório no 3º Tribunal do Júri de Niterói que nunca foi namorada de Fábio, e que era apenas amiga dele, embora, segundo disse ao juiz, "ele, às vezes, confundia as coisas" e tinha ciúmes dela com namorados. Ela disse que nunca tiveram relações sexuais e o interesse dela por ele era apenas para sair um pouco de casa, já que a mãe a vigiava muito.

Verônica explicou que eles foram ao motel porque ele queria usar drogas mas, dentro do motel, quando ele a tocou, segundo disse, viu na cara de Fábio o rosto do pai.

- Ele estava muito bêbado e me puxou dizendo 'Vem cá", e começou a tirar meu short. Fiquei cega, vi o rosto do meu pai e quis agredir. Senti até o cheiro do meu pai - relatou ela.

A jovem disse que quando viu sair sangue da boca de Fábio parou assustada e tentou socorrê-lo, porque ele ainda estava respirando. Ela tentou arrastá-lo até o carro, mas percebeu que ele já não respirava mais, contou ao juiz.

Drogas

Ela explicou que na noite do crime se encontrou com ele num bar em Itaipu, em Niterói, e como ele estaria muito bêbado, levou-o até a casa dela onde ele tomou um banho e pediu para beber mais. Ela, então, disse à mãe que iria levar Fábio para a casa onde ele morava com a mãe dele, mas, no meio do caminho, Fábio pediu para parar numa favela para comprar drogas.

Verônica disse ao juiz que o empresário quis ir ao motel para usar a droga e porque achava que estava sendo seguido por policiais depois que saiu da favela. Ela explicou que nunca usou drogas e como usa remédios controlados para combater a síndrome do pânico estava autorizadar a tomar um ou dois chopes uma vez por semana apenas, o que obedecia porque, segundo disse, tinha receio de misturar álcool com remédios.

Crise de choro

Por volta das 18h, quando explicava ao juiz como tinha saído do motel, quando viu que Fábio estava morto, levando o cinto para se desfazer dele depois, ela, que até então, aparentava calma, teve uma crise de choro e o juiz precisou interromper o interrogatório por três minutos, permitindo a seu advogado Rodolfo Thompson, que se aproximasse dela no banco dos réus para acalmá-la.

Problemas mentais

Mais cedo, como testemunha de defesa, Elizabeth Verone de Paiva, mãe de Verônica disse que na noite da morte do empresário, ele foi com Verônica à casa delas e ele estava muito bêbado. A mãe de Verônica disse que se dava muito bem com Fábio. Ela disse que a filha e Fábio sempre foram muito amigos, que ele tinha muito carinho por ela e a chamava de "meu bebê". Segundo Elizabeth, ele frequentava a casa dela e a chamava de tia.

A mãe contou ao juiz que o pai da jovem, já falecido sempre teve problemas mentais, passou por diversos períodos de internação por causa da esquizofrenia, era usuário de drogas e foi contaminado com o vírus HIV.

A defesa de Verônica sustenta que a jovem tem problemas mentais herdados do pai e pode ter cometido o crime durante uma crise mental. Seus advogados dizem ainda que ela sofreu abusos sexuais na infância.

Pressão

No dia 29 de julho passado, o juiz Peterson Barroso Simões, da 3ª Vara Criminal de Niterói, ouviu o depoimento de 14 testemunhas de acusação. Um dos principais depoimentos foi de um amigo de Fábio, que esteve com ele até poucas horas antes de sua morte, e que confirmou que Verônica exercia muita pressão para continuar o relacionamento que ele queria terminar. Segundo a testemunha, ela telefonava insistentemente e aparecia de surpresa nos locais onde ele estava.

Crime

O assassinato aconteceu dia 14 de maio em um motel da Região Oceânica de Niterói. Segundo o inquérito, Fábio foi morto por asfixia mecânica, enforcado possivelmente por um cinto.

A polícia também concluiu que Verônica tentou esconder o corpo do empresário. Ela teria arrastado o cadáver, que pesava 90 kg, do quarto do motel até a garagem. Os investigadores excluíram a possibilidade de participação de uma outra pessoa depois da reconstituição do crime, quando Verônica conseguiu arrastar um policial e um saco de areia, ambos com o mesmo peso de Fábio.

Presa desde maio, ela pode pegar até 30 anos de prisão, segundo a delegada.

Veronica Verone, a assassina do motel, diz que matava o pai ao enforcar o ex-namorado

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Joshua Davies, de 16 anos, atraiu sua ex-namorada, Rebecca Aylward, de 15, até um lugar isolado onde a espancou até a morte. O crime foi realizado por uma mera aposta no Facebook de um café da manhã de graça.

A jovem e sua mãe, Sonia, estavam encantadas pelo rapaz de família católica estar interessado em encontrá-la novamente. Quando sua filha não voltou para casa, a mãe não se preocupou e disse para a outra filha:

- Não se preocupe! Ela está segura com o Josh.

Mas na hora, Rebecca estava sendo espancada pelo ex-namorado com uma pedra do tamanho de uma bola de rugby. Logo em seguida, Davies tentou apagar seus rastros no Facebook, mas não conseguiu. O garoto usou a rede social para dar a entender que estava em casa no momento do assassinato e depois que Rebecca foi considerada desaparecida, disse que estava preocupado com ela em status no site de relacionamento.

O rapaz usou a internet, mensagens de texto e uma série de redes sociais para planejar a morte da ex-namorada. Algumas semanas antes do assassinato, um de seus amigos brincou dizendo que compraria um café da manhã se ele cumprisse sua ameaça. Dois dias antes dele matar Rebecca, respondeu:

- Não diga nada, mas acho que você terá que me comprar um café da manhã.

Como a condenação foi adiada para os relatórios psiquiátricos, foi suspensa a ordem da justiça que impedia o assassino de ser nomeado e fotografado, pois segundo Lloyd Jones é de interesse público que ele seja identificado.

Familiares de Rebecca emitiram uma declaração na corte de justiça dizendo que sua vidas tinham acabado quando ela foi assassinada, em outubro de 2010.

- Rebecca foi morta em um ato insensato e bárbaro. Ela morreu nas mãos de alguém que amava e confiava - diz a declaração.

Rebecca e Davies se conheceram quando ela tinha por volta de 11 anos de idade, mas só começaram a namorar em 2009, quando a jovem terminou seu relacionamento depois de 3 meses pelo garoto ser extremamente ciumento e possessivo.

Mas Davies foi muito sério e continuou o envio de mensagens até poucos dias antes de ela ser espancada até a morte em uma clareira na floresta.

Rapaz mata a namorada após aposta no Facebook

segunda-feira, 25 de julho de 2011

A política de estabelecer uma mistura de raças europeias, asiáticas e africanas em países como o Brasil se provou “catastrófica” e resultou em altos níveis de corrupção, baixa produtividade e conflitos entre as diferentes culturas.

A teoria sobre o país está numa das páginas do manifesto atribuído a Andrew Behring Breivik, o norueguês de 32 anos que assumiu a autoria dos atentados que mataram ao menos 76 pessoas em Oslo, na última sexta (22).

Para o autor do documento, que tem ligações com a extrema-direita norueguesa, o “Brasil vem se estabelecendo como o segundo país do mundo com o menor nível de igualdade social". O texto não cita qual seria o primeiro.

“Os resultados são evidentes e se manifestam num alto nível de corrupção, falta de produtividade e um eterno conflito entre várias ‘culturas’ competindo, enquanto a miríade de ‘sub-tribos’ criadas (preto, mulato, mestiço, branco) paralisa qualquer esperança de sequer alcançar o mesmo nível de produtividade e igualdade de, por exemplo, Escandinávia, Alemanha, Coreia do Sul e Japão”, diz o texto do terrorista de extrema-direita na página 1.153.

Observando a falta de igualdade social no Brasil e a média de produtividade do brasileiro, continua o texto, “é evidente que uma abordagem similar na Europa seria devastadora e um atraso para as nações (...)”.

Intitulado “A European Delaration of Independence - 2083" (Uma declaração de Independência Europeia - 2083), o manifesto, que leva a assinatura "Andrew Berwick" na capa, foi publicado na internet apenas horas antes do massacre no país. Com várias referências históricas, o manifesto inclui numerosos detalhes da personalidade do agressor, seu modus operandi para fabricar bombas e seu treinamento de tiro, além de um minucioso diário dos três meses que precederam o ataque.

As afirmações que relacionam raça e produtividades estão no trecho em que o autor trata das “razões por trás da oposição conservador à mistura de raças e adoção de não-europeus”. Em outro trecho, na página 1.161, o texto volta a citar o Brasil como exemplo de desigualdade social.

“(...) Um país que tem culturas que competem entre si vai acabar se dividindo internamente ou, a longo prazo, vai terminar como um lugar permanentemente disfuncional como o Brasil e outros países semelhantes”, diz. “Quando você acrescenta o Islã a esta mistura, o pior cenário muda de um país disfuncional para o fracasso total; a sharia [lei islâmica] e disputa entre povos”.

Acidente em Goiânia

Há pelo menos 12 referências aos termos “Brasil” ou “brasileiro” no documento, nem todas com o mesmo teor. No trecho em que trata sobre a fabricação de bombas, o autor cita o acidente radioativo com o césio 137 em Goiânia, que deixou centenas de mortos em 1987. “Seja extremamente cuidadoso quando lidar com material radiológico”, alerta na página 1.060.

Na página 1.287, o texto cita o Brasil em meio a países que se tornaram independentes com “golpes de estado sem sangue”. “Em 1889, o Brasil se tornou uma república via um golpe de estado sem sangue.” Em outra menção, o país está numa lista de nações que sofreram intervenções dos Estados Unidos. A anotação cita o ano de 1964 ao lado de “Acesso do comunismo a recursos e trabalhadores pobres”.

Atirador norueguês diz que mistura de raças do Brasil é 'catastrófica'

sexta-feira, 15 de julho de 2011


Vida de artista - e milionário - tem dessas coisas. Joss Stone está tendo que se preocupar com dois homens que supostamente planejaram um ataque contra ela. Nesta sexta-feira (15), os dois suspeitos estiveram em um tribunal e deverão permancecer sob custódia para mais uma audiência, que será realizada no dia 24 de outubro.

Junior Bradshaw, de 30 anos, e Kevin Liverpool, de 33, ambos de Manchester, foram detidos em junho na cidade de Cullompton, em Devon, próximo à residência de Stone. Os dois apresentaram comportamentos suspeitos, e foram encontrados com uma espada de samurai e anotações com o nome de Joss.

A cantora tem uma fortuna estimada em nada mais, nada menos que R$ 25 milhões. Apesar da situação, Joss Stone declarou que está "totalmente bem" e "seguindo com a vida como de costume" após a detenção dos dois homens.

Continuam presos suspeitos de querer atacar Joss Stone

terça-feira, 5 de julho de 2011

Um homem que postou no Facebook que iria matar sua filha pouco antes de assassiná-la foi condenado a 33 anos de prisão na Austrália.

Ramazan Acar, de 24 anos, escreveu na rede social algo como "prestes a matar minha criança" antes de esfaquear a pequena Yazmina, de dois anos de idade.

- Você usou sua filha, uma vítima inocente, para infligir dor a sua antiga parceira - disse o juiz quando proferiu a sentença.

Acar contou que queria se vingar da mãe da menina, Rachelle, que conseguiu bani-lo de ver a criança após entrar na Justiça com um processo por agressão.

Apesar da ordem judicial, Acar continuou insistindo com Rachelle até que conseguiu passar um tempo com Yazmina.

No dia 17 de novembro do ano passado, Acar foi até a casa de Rachelle pegar sua filha para dar um passeio. Como ele já tinha visto a menina antes, a mãe concordou.

Por volta das 19h, Rachelle ligou para Acar que disse que só devolvia a filha se o processo contra ele fosse retirado da Justiça. Cerca de 15 minutos depois, também pelo telefone, o pai revelou que iria matar a garotinha.

- Adivinhe só, você não terá a menina de volta. Eu te amava, Rachelle, mas olha só o que você fez comigo. Agora eu tenho de decidir se mato nós dois ou se coloco uma faca na garganta da minha filha - disse ao telefone.

Pouco tempo depois, Acar postou mensagens no Facebook, levou Yazmina até uma casa e a esfaqueou mais de uma vez.

Segundo a polícia, a menina teve uma morte longa e dolorosa, já que Acar não conseguiu atingir os órgãos vitais da pequena.

Quando percebeu que Yazmina havia morrido, Acar ligou mais uma vez para Rachelle.

- Eu a matei. Ela está deitada ao meu lado, coberta em sangue. Eu a matei para me vingar e não me importo. Mesmo se eu for preso, sei que você estará sofrendo - falou.

Cerca de 10 minutos depois, Acar foi preso pela polícia.

Pai assassino que postou morte da filha no Facebook é condenado a 33 anos de prisão na Austrália

O Juizado de Menores de Indiana, nos Estados Unidos, divulgou cartas escritas pelo menino Christian Choate, de 13 anos - encontrado morto no mês passado -, em que ele descreve o abuso que sofreu e como vivia trancado em uma jaula de cachorro.

Christian teria morrido em 2009, após ter sido espancado e ter sofrido uma fratura no crânio, segundo a autópsia. Seu corpo só foi encontrado em maio deste ano, coberto de cimento em uma cova rasa, depois que a polícia recebeu uma denúncia.

O pai do menino, Riley Choate, e a madrasta, Kimberley Kubina, foram acusados de uma série de crimes relacionados à morte de Christian, incluindo assassinato, espancamento, cárcere privado, obstrução de justiça e negligência.

Agora, documentos divulgados pelo Juizado de Menores de Indiana mostram que a vida do menino foi marcada por abuso físico e sexual, de acordo com informações divulgadas pelo jornal Northwest Indiana Times.

"Cartas do cárcere"

Em cartas que ele escreveu em seu último ano de vida, Christian conta como as outras crianças da casa - cerca de dez no total, entre filhos e sobrinhos do casal - brincavam do lado de fora, enquanto ele ficava confinado em uma jaula de cachorro.

O menino foi descrito pelo juizado como uma criança "triste e deprimida, que sempre ficava imaginando quando alguém, qualquer um, viria checar se ele estava bem e dar a ele comida e bebida". Christian também dizia que queria morrer.

Em uma das cartas, ele contava que ele era "solto" para limpar a casa ou passar o aspirador de pó, mas tinha que voltar para a jaula imediatamente depois de terminar as tarefas.

Outras cartas pareciam ser "trabalhos" passados a ele pela madrasta, que escrevia no alto da página perguntas como "Por que você não consegue esquecer o passado?" e "Por que você ainda quer ver sua mãe?"

A mãe de Christian, Aimee Eriks Estrada, perdeu a guarda de Christian e da irmã Christina em 2005, após acusações de que ela ou seu namorado estaria molestando Christian e outras crianças.

Não está claro nos documentos do Juizado de Menores por que o pai, Riley Choate, ficou com a guarda dos filhos, já que ele já havia sido intimado por "disciplina inapropriada" após ter abusado fisicamente de sobrinhas de sua mulher que viviam com ele, em 2004.

As meninas teriam passado mais de três meses com famílias adotivas, mas voltaram a viver com Choates e Kubina em dezembro do mesmo ano.

Denúncias

Nos anos em que as crianças viveram com o pai, o Juizado de Menores teria recebido uma série de denúncias envolvendo o casal. Uma delas, feita em 2008, dizia que havia pelo menos dez crianças morando com o casal, umas delas em "cárcere privado" por ter molestado outra criança.

Após uma visita à família, as alegações foram consideradas "infundadas".

Em março de 2008, Christian também teria contado a um pediatra que estava sendo trancado à noite, segundo fichas médicas.

O Juizado de Menores não tem nenhum registro de que o médico tenha comunicado a denúncia.

Em uma noite de abril de 2009, o pai teria espancado Christian e levado o menino desacordado para sua jaula. Na manhã seguinte, sua irmã Christina o encontrou morto.

Investigadores locais e estaduais estão agora tentando determinar como e por que o sistema fracassou em descobrir o abuso sofrido por Christian Choate.

Menino que morreu após ser preso em jaula pelo pai descreveu abuso em cartas

quarta-feira, 29 de junho de 2011

A Polícia Civil prendeu um homem de 32 anos suspeito de engravidar uma criança de 11 anos na comunidade Vila São Fabiano, localizada no município de Porto Esperidião, a 326 quilômetros de Cuiabá. De acordo com informações da polícia, a menina está grávida de três meses e mantinha relacionamento com o suspeito, que é viúvo, há quatro meses.

A polícia também revelou que a mãe da criança teria autorizado o relacionamento, inclusive a gravidez da menor. O suspeito de ter engravidado a menina já foi indiciado por estupro de vulnerável e só não foi mantido preso porque ele foi encontrado pela polícia após o período de flagrante.

O crime foi denunciado pelo Conselho Tutelar da cidade. Em depoimento à polícia, a mãe da criança disse que consentiu o relacionamento da filha com o viúvo, por questão de tradição, já que a família é remanescente da tribo dos chiquitanos.

A adolescente já foi submetida a exames preliminares de conjunção carnal. Os exames foram realizados em Cáceres. De acordo com a polícia, a menina já foi encaminhada à residência da família.

A Polícia Civil de Porto Esperidião disse que apenas neste ano registrou três casos de gravidez de crianças na comunidade indígena e que só pode atuar após receber denúncia.

Tradição

Procurado, o representante do Conselho Indigenista Missionário (Cimi) em Mato Grosso, Gilberto Vieira dos Santos informou que a gravidez na infância não é cultural do povo chiquitano.

- A gente sabe que eles se casam mais cedo, mas não é uma prática cultural e nem algo frequente deste povo - atesta Gilberto dos Santos.

O representante do Cimi, ainda disse que o povo chiquitano sofre muita pressão na região desde que se autodeclarou indígena. Eles lutam por demarcação das terras.

As investigações continuam em sigilo para preservar a vítima. O inquérito será concluído após a inclusão de um exame psicológico da vítima. Ela deverá passar por acompanhamento psicológico.

Preso suspeito de estuprar e engravidar criança de 11 anos em MT

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Um cão poodle foi usado como arma durante a agressão a uma mulher de 22 anos por parte de seu marido, de 45 anos. O fato ocorreu na noite desta terça-feira (21), em Caxias do Sul (125 km de Porto Alegre), na Serra Gaúcha.

Durante uma crise de ciúme, o marido agredia a mulher com tapas e chutes, quando resolveu atacá-la com a cachorrinha poodle do casal, de dois anos, pesando aproximadamente dois quilos. A fúria foi tamanha, que o animal acabou morrendo ao ter a cabeça ferida no corpo da mulher.

- Ele pegou o cachorro que estava deitado na cama e bateu na mulher até matar o animal - afirmou a delegada titular da Delegacia para a Mulher de Caxias do Sul, Thais Norah Sartori Postiglione.

A jovem agredida conseguiu se desvencilhar das agressões e procurar ajuda. Ela está passando por exames de corpo de delito, na tarde desta quarta-feira, e voltará à delegacia para prestar novo depoimento.

O agressor, cuja profissão não foi informada, está afastado do trabalho para tratamento de saúde. O motivo do ciúme é a suspeita do marido de que a esposa, que é cobradora de ônibus, tenha um caso com outro homem.

- Ele ainda disse para ela que é isso seria só o começo - informou a delegada.

O agressor deve ser denunciado por ameaça, lesão corporal de violência doméstica e maus tratos contra os animais, majorado pela morte do cão.

Gaúcho usa poodle da família para bater na própria mulher até a morte do cão

O Ministério Público Federal na Bahia apura por qual motivo o traslado do corpo da jovem Mariana Noleto e das outras seis vítimas do acidente aéreo na Bahia foi realizado em aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB). Os sete ocupavam o helicóptero que caiu no distrito de Trancoso na última sexta-feira (17). Mariana era namorada do filho do governador fluminense Sérgio Cabral.

O MPF considera que existiam voos comerciais de Porto Seguro, na Bahia, até o Rio de Janeiro, e que as vítimas não estavam no exercício de função pública. De acordo com o órgão, o custo financeiro e o fundamento normativo para o valor ter sido fruto dos cofres públicos e não das famílias das vítimas já foram requisitados ao Quinto Comando Aéreo Regional. Além disso, o MPF também apura quem ordenou a missão dos traslados.

O procedimento administrativo instaurado pelo órgão foi baseado no deslocamento da jovem e logo depois estendido a todas as vítimas, que também teriam sido transportadas pela FAB. O gerente de operações da Sinart do aeroporto de Porto Seguro confirmou ao G1, na tarde desta quarta-feira (22), que a transferência de todos os corpos ocorreu via FAB. Ele não informou quem deu ordem para a missão.

O Centro de Comunicação Social da Aeronáutica informou em nota que "sempre que ocorrem acidentes aéreos, dependendo da proporção e da disponibilidade da Força Aérea Brasileira no período, variados meios são alocados para o apoio à sociedade". De acordo com a nota, "no caso do acidente do PR-OMO, ocorrido na última sexta (17/6), um helicóptero Super-Puma do 3/8 Grupo de Aviação e uma aeronave C-95 do 3 Esquadrão de Transporte Aéreo, ambos sediados no Rio de Janeiro, foram colocados à disposição para as missões de busca e resgate e para as missões de apoio necessárias na ocasião".

O Governo do Rio informou que solicitou à FAB que fizesse o traslado dos corpos.

Causa do acidente

Cinco testemunhas da queda do helicóptero em Trancoso, sul da Bahia, foram ouvidas pelo titular da Delegacia de Proteção ao Turista (Deltur), localizada na cidade de Porto Seguro. O inquérito policial foi instaurado na sexta-feira (17), logo após ter sido informado o acidente que matou todos os sete ocupantes. O delegado terá 30 dias para conclusão do inquérito, prazo que poderá ser prorrogado. O delegado acrescenta que o laudo pericial da Aeronáutica, responsável pela perícia técnica da aeronave, irá auxiliar as investigações. A Força Aérea Brasileira (FAB) informou que ainda não tem previsão de quando a cabine da aeronave será retirada do fundo do mar.

Vítimas

Além da estudante Mariana Noleto, de 20 anos, também morreram o menino Luca, filho de Jordana, a irmã dela, Fernanda Kfuri, de 35 anos, o sobrinho, Gabriel Kfuri Gouveia, de 2 anos, e a babá das crianças, Norma Assunção, de 49 anos. O empresário Marcelo Mattoso, que pilotava aeronave, e Jordana Cavendish, também estavam entre as vítimas do acidente.

Aniversário

O motivo da viagem era a festa de aniversário do empreiteiro Fernando Cavendish. O governador Sergio Cabral e o filho Marco Antonio também participavam da viagem. Eles haviam deixado o Rio na tarde de sexta. Ao chegar a Porto Seguro, na Bahia, o grupo iria embarcar em um helicóptero até Trancoso. A aeronave, que não tinha capacidade para levar todos, tinha previsão de fazer duas viagens. Na primeira foram as mulheres e crianças do grupo. Foi quando o helicóptero, com sete pessoas, caiu.

Mninistério Público Federal da Bahia busca explicações sobre traslados de vítimas de acidente aéreo

A adolescente de 17 anos que matou a facadas uma colega dentro de uma escola no Bairro Curió, em Fortaleza, na noite de terça-feira (21), disse em depoimento à Polícia Civil que era alvo de brincadeiras de mau gosto e as agressões verbais diárias da colega que foi assassinada. Na briga, a irmã gêmea da estudante morta também ficou ferida.

A delegada Maria das Graças Uchôa afirmou que a versão da adolescente para explicar os motivos do crime será investigada.

- Ela nos contou que ia se defender - disse.

A delegada complementou que, somente após a conclusão do inquérito, será possível dizer “se houve bullying ou não”.

Família e amigos da adolescente morta contestam as declarações da agressora. Maurisa Monteiro, mãe da estudante assassinada, admitiu que as estudantes não se entendiam e discutiam com certa frequência. Mas ela nega que esse tenha sido o motivo do crime.

- Lógico que ela ia falar isso da minha filha, ela está tentando se defender - disse.

Já a irmã da estudante assassinada afirma que elas eram alvo de brincadeiras por parte da agressora, que chamava as irmãs gêmeas de “gorda'' e ''balofa". Amigos de escola declaram à TV Verdes Mares que as gêmeas e a agressora não se entendiam há algum tempo por causa de um suposto namorado de uma das envolvidas.

Encontro

Segundo depoimento prestado na Delegacia da Criança e do Adolescente (DCA), a estudante que foi apreendida pelo crime afirmou ter sido ameaçada pela vítima em um terreno próximo à escola. Com medo de ser espancada, ela teria decidido esconder uma faca na roupa para se defender.

Ainda de acordo com o depoimento, a adolescente contou ter sido acompanhada por uma tia até um encontro com as irmãs para tomar satisfação quando discutiram e ela usou a faca na agressão.

Já na versão da irmã gêmea da vítima, a suspeita chegou à sala de aula onde se encontrava com a irmã acompanhada de uma mulher. Depois de ouvir provocações, de acordo com a gêmea, a garota começou uma discussão com a irmã e mostrou a faca. Durante a briga, a irmã se feriu tentando separar as duas.

Fato isolado

A Secretaria Municipal de Educação de Fortaleza informou nesta quarta, em nota, que considera o assassinato um ''fato isolado''. Segundo a nota, as alunas receberam todo atendimento possível. A secretaria esclareceu que a escola tem serviço de segurança e reforço das rondas preventivas da Guarda Municipal.

Suspeita de matar colega diz em depoimento que sofria bullying

Tobey Maguire está sendo processado pela corte de corrupção bancária de Los Angeles por ganhar uma grana preta em jogos de pôquer, segundo o site Radar. Vale lembrar que esses jogos são ilegais na Califórnia, assim como no Brasil.

O ator de 35 anos, que participou de filmes como "Homem-aranha", ganhou mais de US$ 300 mil de Brad Ruderman, um administrador de fundos que orquestrou um esquema para pagar suas dívidas com dinheiro dos investidores. Uma fonte disse à revista "Star" que Maguire ganhou cerca de US$ 1 milhão por mês num período de três anos.

A ação envolve também um empresário bilionário, um diretor de Hollywood e um dono de gravadora. Leonardo DiCaprio, Ben Affleck e Matt Damon também participaram dos jogos, mas não foram citados.

Os jogos eram "eventos exclusivos, apenas para convidados, e a lista inclui celebridades ricas, empreendedores, advogados e empresários", de acordo com a ação.

Ruderman perdeu US$ 311.300 para Maguire, incluindo uma mão de US$ 110 mil em 30 de julho de 2007. Segundo investigações do FBI, Ruderman perdeu mais de US$ 25 milhões de investidores nos jogos clandestinos de pôquer. Ele foi condenado por fraude e ficará preso até 2018.

Tobey Maguire é processado por receber dinheiro de jogos ilegais nos Estados Unidos

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Uma professora da 5ª série de uma escola em Checotah, no estado americano de Oklahoma, foi presa sob 21 acusações relacionadas a abuso sexual de pelo menos dois estudantes, segundo o site do "NY Daily News".

Michelle McCutchan já havia sido presa em maio deste ano, menos de um mês atrás, suspeita de ter abusado sexualmente de um dos jovens, de 16 anos. Ela confessou o crime e foi solta para aguardar o julgamento em liberdade após pagar fiança de US$ 5 mil, mas a polícia a levou presa novamente com a descoberta de um segundo menor de idade.

Entre as 21 acusações relacionadas a abuso de menores de idade que ela enfrenta atualmente, estão as de abuso sexual, de sodomia, de oferecer bebidas alcoólicas a menores e de possuir pornografia infantil. Além dessas, há também uma acusação de negligência com uma criança, que seria sua filha.

Segundo as autoridades, ela teve relações sexuais com os adolescentes entre dezembro de 2010 e maio deste ano. Eles não frequentavam a mesma escola em que a mulher dava aula. Em maio, a ela já teria confessado que enviou fotos nuas para um dos jovens, diz a polícia.

A professora foi afastada do cargo e teve o salário suspenso.

Professora é presa pela segunda vez em um mês por sexo com 2 alunos

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Luciana Gusmão de Almeida, viúva do ex-BBB André Luis Gusmão de Almeida, morto após ser atingido por um tiro na nuca na madrugada de quarta-feira (1º), prestou depoimento à polícia de Alumínio, no interior de São Paulo, na tarde desta quinta-feira (2). De acordo com a polícia, ela confirmou que o casal tinha uma dívida e que ela pode ter sido a causa da morte. Afirmou, no entanto, que os dois não vinham sendo ameaçados de morte.

Segundo Luciana, a dívida era de cerca de R$ 20 mil e o credor exigia o dobro do marido. A mulher informou à polícia que a quantia era referente a uma prestação de serviços realizada na cidade de São Paulo, um ano atrás. O tipo de serviço não foi divulgado pela polícia para não atrapalhar as investigações. Ela disse ainda que havia uma pessoa que pressionava o ex-BBB Caubói, mas que não chegava a ameaçá-lo diretamente.

O depoimento de Luciana durou cerca de duas horas. Nesta sexta-feira (3), a polícia pretende ouvir os policiais militares que encontraram o ex-BBB no dia do crime. De acordo com Marcelo Coutinho, investigador que trabalha no caso, eles querem confirmar a suspeita de que ele tenha sido assassinado por acerto de contas ou vingança. “Ele foi encontrado deitado, de costas, aparentemente imobilizado. É provável que tenha sido mais do que um assalto”, diz o investigador.

Apesar disso, a hipótese de latrocínio, roubo seguido de morte, não foi descartada, já que alguns objetos foram levados. Uma TV LCD e um notebook foram roubados.

Na chácara onde aconteceu o crime não havia câmeras de segurança, o que dificulta o trabalho policial na tentativa de levantar alguma pista do criminoso. No local também funcionava o Sushi Bar Rancho do Cowboy, de propriedade da vítima e de Luciana.

Viúva do ex-BBB Caubói diz que Andre era cobrado por credores

sábado, 21 de maio de 2011

De acordo com o colunista Léo Dias, a Polícia foi até o Recnov, centro de teledramaturgia da Record no Rio, na última quarta (18).

Os policiais receberam uma denúncia de que dois editores da emissora foram comprar cocaína na Cidade de Deus e depois voltaram a trabalhar. Segundo o colunista, os PMs sabiam até o nome dos funcionários.

Eles receberam autorização para vasculhar o Recnov e encontraram a droga. Os profisionais saíram da Record algemados. O clima ficou pesado entre atores e os demais funcionários da emissora.

Em nota oficial, a Record afirma que os dois editores não foram presos dentro das dependências do Recnov, mas sim em um posto de gasolina próximo. Após o ocorrido, a emissora demitiu os dois profissionais.

Polícia encontra drogas no Recnov e Record demite funcionários

terça-feira, 17 de maio de 2011

A Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Guaratinguetá, no Vale do Paraíba, no interior de São Paulo, realiza na tarde desta terça-feira (17) a acareação entre o principal suspeito de matar as irmãs Juliana e Josely, de 15 e 16 anos, Ananias dos Santos, e sua namorada, a enfermeira Maria José Silva, de 50 anos. A acareação teve início por volta das 15h40.

Ananias dos Santos chegou à delegacia com atraso. A previsão é que a polícia começasse a ouvir os dois às 14h. Maria José Silva chegou com a cunhada, o irmão e uma psicóloga por volta das 14h15.

A namorada de Ananias também foi indiciada por participação no crime, mas ainda não teve prisão decretada pela Justiça. A polícia teve acesso ao registro de ligações telefônicas efetuadas por ela para o suspeito uma hora antes de ele executar a tiros as duas irmãs. Logo após o crime, houve novas ligações.

No último dia 3 de maio, quando foi ouvido pela última vez, Ananias reforçou sua versão de que o motivo do crime foi a maneira hostil como era tratado pelas meninas e que a namorada não teve participação. Segundo a polícia, a acareação se faz necessária para confrontar as versões.

Ananias dos Santos está detido na Penitenciária I de Potim, em cela separada, segundo informações da Secretaria de Administração Penitenciária.

O caso

As duas jovens desapareceram em 23 de março, quando voltavam da escola. Cinco dias depois, os corpos foram encontrados na zona rural, a 12 km de onde moravam. Elas foram mortas a tiros. O suspeito foi preso no dia 11 de abril, também em Cunha.

Segundo a polícia, ele estava na casa da irmã, que fica ao lado da residência de seus pais. Para a polícia, ele matou as irmãs.

Ananias cumpria pena no Presídio Edgar Magalhães Noronha, em Tremembé, também no interior, mas não voltou depois da saída temporária de Páscoa, em 2009. Desde então, Ananias passou a morar com os pais, na zona rural de Cunha, no mesmo bairro em que as adolescentes viviam.

Polícia faz acareação entre suspeito de matar irmãs em Cunha e namorada

A polícia queniana indicou que a morte do campeão olímpico de maratona nos Jogos Olímpicos de Pequim 2008, Samuel Wanjiru, nesta segunda-feira, pode ter sido resultado de um acidente, após a suspeita inicial de suicídio. Segundo as autoridades locais, o queniano de 24 anos pulou do terraço de sua casa, na localidade de Nyahururu. O motivo da fatalidade, no entanto, segue sem uma explicação oficial.

Tudo começou quando Wanjiru foi para casa por volta das 17h (horário de Brasília) de domingo acompanhado de uma mulher. Pouco depois, sua esposa, Triza Njeri apareceu inesperadamente e os dois tiveram uma forte discussão, informou a polícia. Na primeira versão, o campeão olímpico, que havia bebido, pulou propositalmente do terraço da casa e sofreu graves ferimentos. Em seguida, foi levado com urgência ao hospital local, onde foi impossível reanimá-lo, e certificaram sua morte na madrugada da segunda-feira.
Essa versão apontava para um possível suicídio, mas um policial indicou que a esposa de Wanjiru o encontrou na cama com outra mulher, em seu quarto, no primeiro andar da casa, e os trancou após uma breve discussão. Segundo o jornal local "Daily Nation", Wanjiru saltou do terraço para sair do aposento e, supostamente de forma acidental, sofreu os ferimentos que o levaram a morte.

Como detalhou o jornal, alguns amigos do maratonista disseram que Wanjiru estava com problemas familiares e havia enviado mensagens pelo celular nos quais ameaçava suicidar-se. No entanto, seu treinador, Federico Rosa, descartou a possibilidade de suicídio e afirmou que falou com ele no sábado e o atleta estava relaxado e feliz.

Morte de campeão olímpico não está esclarecida; Polícia trabalha com acidente

A Polícia Civil informou que um homem armado foi preso na noite desta segunda-feira (16) após ameaçar uma estudante da Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, na Zona Oeste do Rio, onde 12 alunos foram mortos no início de abril.

Segundo a polícia, o homem, que tem 35 anos, estava armado com uma pistola, e teria ameaçado uma jovem, de 17 anos, e seu namorado. Segundo a polícia, o homem é ex-namorado da adolescente e não se conformava com o fim do relacionamento. Ele foi detido nas imediações da escola.

Em entrevista por telefone ainda na delegacia, a jovem disse ao G1 que vinha sendo ameaçada há cerca de duas semanas e que o homem mostrou a arma na frente da escola e rondou o prédio em uma motocicleta. Ele foi preso por uma equipe da Polícia Militar (PM) e encaminhado ao 33º DP (Realengo).

De acordo com a polícia, o homem seria preso em flagrante por ameaça, com base na Leia Maria da Penha.

O massacre na Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, ocorreu no dia 7 de abril. O atirador Wellington Menezes, ex-aluno do colégio, matou 12 crianças e feriu mais dez estudantes.

Para apagar as marcas da tragédia, a escola passou por reforma e retomou as atividades. Todas as paredes foram pintadas e as salas ganharam mobílias novas. Segundo dados da escola, 34 crianças pediram transferência após a tragédia.

Homem é preso após ameaçar aluna da escola Tasso da Silveira

A jovem de 18 anos que confessou ter matado um empresário em um motel em Niterói, na Região Metropolitana do Rio, foi levada nesta terça-feira (17) para o presídio Bangu 7, no Conjunto Penitenciário de Gericinó, na Zona Oeste do Rio.

No início da manhã, a irmã da acusada chegou à 77ª DP (Icaraí) para prestar esclarecimentos. Mais cedo o advogado da jovem, Rodolfo Thompson, afirmou que não vai entrar com pedido de habeas corpus “pois não vê irregularidades na representação da delegacia”.

A vítima, de 33 anos, foi encontrada enforcada na madrugada de sábado (14), em um motel da região. Em depoimento à polícia, a jovem teria confessado o crime, mas alegou que agiu em legítima defesa após uma tentativa de estupro. O corpo do empresário foi enterrado no domingo (15) no Cemitério Parque da Paz, em São Gonçalo.

Gravidez

Também nesta terça-feira (17), a polícia confirmou que um amigo da vítima contou, em depoimento, que o empresário lhe confidenciou que a jovem estaria grávida dele.

- Amigos muito próximos da vítima relatam que ele contou que ela estaria grávida. No entanto, posteriormente, ela não apareceu grávida. Em depoimento, a jovem nega que tenha feito sexo com a vítima e nega que tenha feito um aborto - disse a delegada Juliana Rattes, responsável pelo caso.

A delegada confirmou ainda que a ex-mulher do empresário morto contou que ele e a jovem tinham um caso e que teria ficado sabendo que ela estaria grávida.

Polícia investiga atual namorado da jovem

As imagens do circuito interno do motel onde a jovem confessou ter enforcado o namorado já estão com polícia, que agora investiga se havia uma terceira envolvida no crime. Durante o segundo depoimento na segunda-feira (16), ela revelou que estava namorando um homem do Rio de Janeiro há três meses. A polícia busca mais informações sobre ele.

Para tentar esclarecer alguns pontos, os amigos do empresário foram chamados a depor. Um deles contou como foram os últimos momentos com a vítima.

- Ele não tinha tempo de completar o assunto porque ela ligava toda hora pra ele, constantemente, perturbando ele e ele não estava satisfeito, não estava à vontade. Isso preocupava a gente, na sexta-feira -relatou.

A jovem disse à polícia que não fazia sexo com o empresário, apesar do namoro de quase 2 anos. Os amigos negam a informação.

- Ele falava para mim que sim. Até porque não tinha motivo, um ano de relacionamento, ela teve com outros onde a gente mora, com ele não ia ter? - indaga outro amigo do empresário.

O depoimento durou sete horas. Segundo a policia, ao falar novamente sobre o assassinato do ex-amante, ela caiu em várias contradições.

- Quando ele empurra ela num primeiro momento, ele teria empurrado ela sobre a mesa. No segundo depoimento, ela narra que foi contra a porta de saída do quarto. São pequenos detalhes que mostram que ela não está muito certa do que ela está falando - disse a delegada Juliana Rattes.

Segundo informações da investigação, a jovem, após enforcar o empresário, teria tentado arrastar o corpo dele até a garagem do motel, mas não conseguiu.

- Não descartamos essa possibilidade (de uma terceira pessoa) já que pelo laudo ele pesava 90 kg, e pela estatura dela, seria muito difícil conseguir arrastá-lo até a garagem - explicou.

Jovem que confessou ter matado empresário é levada para Bangu 7

segunda-feira, 16 de maio de 2011



O Escritório de Investigações e Análises (BEA, na sigla em francês) informou, na manhã desta segunda-feira, que os dados das duas caixas-pretas do voo AF 447 da Air France, que caiu no Atlântico em 2009, foram preservados e puderam ser recuperados. Segundo o BEA, após abrir, extrair, limpar e secar os cartões de memória dos registradores de voo, os investigadores foram capazes de baixar os dados, no fim de semana.

Todo o processo foi feito na presença de dois investigadores alemães, um americano, dois britânicos e dois investigadores brasileiros do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), bem como um oficial da polícia judiciária francesa e um perito judicial. As operações foram filmadas e gravadas na íntegra.

O BEA informou ainda que todos esses dados serão agora submetidos a uma análise detalhada. O trabalho vai demorar várias semanas, e um relatório será redigido e divulgado nos próximos meses.

A análise das informações pode explicar as ainda hoje desconhecidas causas do acidente, que matou as 228 pessoas que estavam a bordo.

Na quinta-feira, as duas caixas-pretas chegaram a Paris e foram mostradas pela primeira vez. Os equipamentosforam resgatados no início do mês após ficarem dois anos submersos.

Investigadores disseram que os sensores de velocidade da aeronave, os pitots, que inicialmente foram apontados como uma possível causa do acidente, ainda não foram encontrados. Cerca de 50 corpos foram localizados no local do acidente, disse o promotor público francês Jean Quintard.

Dois corpos foram retirados do local na semana passada, mas os investigadores afirmam que, se não conseguirem retirar amostras de DNA dos cadáveres para identificá-los, abandonarão os planos de resgatar os demais corpos. Na próxima quarta-feira será anunciado se foi possível a identificação dos corpos.

Investigadores franceses dizem que dados das caixas-pretas do voo AF 447 foram recuperados