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terça-feira, 17 de maio de 2011

Polícia faz acareação entre suspeito de matar irmãs em Cunha e namorada

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A Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Guaratinguetá, no Vale do Paraíba, no interior de São Paulo, realiza na tarde desta terça-feira (17) a acareação entre o principal suspeito de matar as irmãs Juliana e Josely, de 15 e 16 anos, Ananias dos Santos, e sua namorada, a enfermeira Maria José Silva, de 50 anos. A acareação teve início por volta das 15h40.

Ananias dos Santos chegou à delegacia com atraso. A previsão é que a polícia começasse a ouvir os dois às 14h. Maria José Silva chegou com a cunhada, o irmão e uma psicóloga por volta das 14h15.

A namorada de Ananias também foi indiciada por participação no crime, mas ainda não teve prisão decretada pela Justiça. A polícia teve acesso ao registro de ligações telefônicas efetuadas por ela para o suspeito uma hora antes de ele executar a tiros as duas irmãs. Logo após o crime, houve novas ligações.

No último dia 3 de maio, quando foi ouvido pela última vez, Ananias reforçou sua versão de que o motivo do crime foi a maneira hostil como era tratado pelas meninas e que a namorada não teve participação. Segundo a polícia, a acareação se faz necessária para confrontar as versões.

Ananias dos Santos está detido na Penitenciária I de Potim, em cela separada, segundo informações da Secretaria de Administração Penitenciária.

O caso

As duas jovens desapareceram em 23 de março, quando voltavam da escola. Cinco dias depois, os corpos foram encontrados na zona rural, a 12 km de onde moravam. Elas foram mortas a tiros. O suspeito foi preso no dia 11 de abril, também em Cunha.

Segundo a polícia, ele estava na casa da irmã, que fica ao lado da residência de seus pais. Para a polícia, ele matou as irmãs.

Ananias cumpria pena no Presídio Edgar Magalhães Noronha, em Tremembé, também no interior, mas não voltou depois da saída temporária de Páscoa, em 2009. Desde então, Ananias passou a morar com os pais, na zona rural de Cunha, no mesmo bairro em que as adolescentes viviam.

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